Realizou-se, entre 8 e 17 de setembro, o segundo ciclo de workshops descentralizados da Avaliação Estratégica da Agência para a Investigação e Inovação (AI²), que incluiu cinco sessões em diferentes regiões do país.
Após um primeiro ciclo dedicado à recolha de contributos para a identificação dos fatores críticos para a decisão, esta segunda ronda incluiu duas atividades. Na primeira, os participantes discutiram as razões a considerar na distribuição dos recursos financeiros e, em seguida, votaram a sua alocação entre as Áreas de I&D, os Domínios Estratégicos e a Unidade de Promoção da Inovação. Na segunda, discutiram os critérios para a definição dos Domínios Estratégicos e, posteriormente, identificaram e priorizaram esses domínios.
Concluiu-se assim o conjunto de workshops descentralizados da Avaliação Estratégica da AI². No total, os 10 workshops registaram 446 participações (221 no primeiro ciclo e 225 no segundo), o que reflete o dinamismo dos ecossistemas regionais e a sua capacidade de mobilização.
As sessões decorreram em cinco localidades, com o envolvimento de dinamizadores e entidades locais:
- Lagoa, Açores (8 de setembro): no ExpoLab – Centro Ciência Viva de Lagoa, com dinamização local de João Paulo Constância;
- Covilhã (10 de setembro): na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, com dinamização local de Mário Raposo;
- Faro (14 de setembro): na Universidade do Algarve, Campus de Gambelas, com dinamização local de Maria de Lurdes Carvalho (CCDR Algarve);
- Braga (16 de setembro): na Reitoria da Universidade do Minho, com dinamização local de António Braz Costa (CITEVE/CeNTI);
- Aveiro (17 de setembro): na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, com dinamização local de Pedro Pombo.
Os dinamizadores locais asseguraram a mobilização e a realização das sessões, em articulação com a equipa da Avaliação Estratégica: PLANAPP, Direção-Geral da Educação (DGE), Direção-Geral de Estudos, Planeamento e Avaliação (DGEPA) e peritos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e da Agência Nacional de Inovação (ANI), sob a coordenação geral da Professora Maria do Rosário Partidário.
Em grupos de trabalho e momentos de discussão plenária, representantes da academia, das instituições de investigação, das entidades de interface, do tecido empresarial, da administração pública e de outras entidades do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação partilharam perspetivas e construíram propostas para apoiar a Avaliação Estratégica.
Os contributos recolhidos, em conjunto com os resultados das restantes iniciativas de participação, serão integrados na Avaliação Estratégica e na preparação das recomendações que irão apoiar as decisões estratégicas relativas à nova agência.
Para mais informação sobre a Avaliação Estratégica, consulte o site AI²Participa.
