O financiamento às artes é um mecanismo de política cultural generalizado nos países ocidentais que visa alargar e diversificar a oferta cultural profissional e democratizar o acesso à cultura. Em Portugal o seu enquadramento legal remonta ao início dos anos 1990. O objeto é o Programa de Apoio Sustentado na modalidade quadrienal implementado pela Direção-Geral das Artes (DGARTES). A partir da construção da Teoria da Mudança do Programa, o objetivo central do projeto consistiu no desenho de um Quadro de Indicadores de monitorização e avaliação. O Quadro de Indicadores proposto é constituído por 43 indicadores, dos quais 18 são de monitorização e 25 de avaliação.