Princípio orientador na elaboração dos instrumentos de planeamento que visa garantir coerência e robustez no processo, permitindo gerar e potenciar sinergias e complementaridades entre diferentes instrumentos. Este princípio pressupõe interligações entre diferentes políticas. A sua aplicação permite identificar sinergia e contradições, complementaridades, sobreposições ou lacunas, riscos, oportunidades e benefícios, na operacionalização e nos impactos de diferentes políticas incidentes no mesmo território, fenómeno ou público-alvo. É pertinente destacar que os alinhamentos horizontal e vertical ultrapassam a dimensão técnica dos conteúdos, remetendo para lógicas de governação intersetorial e multinível.